Gutman Uchôa de Mendonça: Estado intolerável

24 de abril de 2014

...a empresa pública serve de ninho aconchegante, invariavelmente, para grupos de refinados ladrões.


É incrível, como nós, contribuintes de impostos, para sustentar a Nação, somos condescendentes com essa gente que tão mal nos governa, se é que se pode chamar a isso que aí está de governo...

Criou-se uma atmosfera política mentirosa de que a privatização de empresas públicas serviria apenas para engordar o cofre de grandes empresários, em detrimento da sociedade, quando a realidade é bem outra: a empresa pública serve de ninho aconchegante, invariavelmente, para grupos de refinados ladrões.

Sob a ótica vesga do “Petróleo é nosso”, um argumento da criação da empresa brasileira, com objetivo de tirá-la das mãos de possíveis empresas estrangeiras, na verdade se resumiria na manutenção de suas condições estatais para favorecer os grupos de burocratas encastelados no poder.

Por prudência, por uma questão eminentemente profilática, com objetivo de afastar presumíveis burocratas, nenhum governo deveria ser dono de qualquer tipo de empresa: petróleo, ferrovia, bancos, siderúrgicas etc. Se possível, as nações deveriam cuidar do sistema de saneamento básico, apenas com objetivo de impedir o comércio na prestação de tais serviços.

Assistimos, presentemente, uma estarrecedora imoralidade, com a compra de uma refinaria de petróleo em Pasadena, Texas, nos Estados Unidos que, além de prejuízo moral com o escândalo aberrante, pela falta de exame das mutretas embutidas no contrato de compra e venda por notórios espertos belgas, tem a imoralidade da negociata, do negócio escuso que alcança a soma de um bilhão de dólares, em comissão.

Envolve essa monstruosa patifaria dois governantes ilustres da atualidade do analfabetismo gerencial, que vem destruindo o Brasil: Lula e Dilma, os artistas que enfeitam a patuléia com Bolsa Família e busca nas plagas texanas do Tio Sam a bagatelala embrulhada para presente de um bilhão de dólares, um negócio para integrantes do bloco do mensalão arrancarem os cabelos da cabeça e, os que não têm, de outras partes do corpo, por não terem sido beneficiados com o prêmio estatizante.

Será que ocorrem fatos semelhantes em outros países? Será que fatos como o processo do mensalão demora tanto para se julgado e, porcamente julgado em outros países?

Estou prevendo graves acontecimentos para um futuro bem próximo do Brasil. A sociedade brasileira, sua extraordinária maioria, não suporta essa corrupção endêmica que assistimos. Isso tem que ter um paradeiro.

Esse pessoal que está no poder não tem vergonha...

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